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	<title>Psicologia</title>
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		<title>Pos-Graduação em Gestão de Pessoas</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 16:41:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desdobrável]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologia.ufp.pt/pos-graduacao-em-gestao-de-pessoas/mail1_pg_gp/" rel="attachment wp-att-567"><img class="alignnone size-full wp-image-567" title="mail1_PG_GP" src="http://psicologia.ufp.pt/docs/mail1_PG_GP.jpg" alt="" width="757" height="464" /></a></p>
<p><a href="http://psicologia.ufp.pt/docs/desdobravel.pdf">Desdobrável</a></p>
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		<title>DIAS (R)EVOLUCIONÁRIOS DA PSICOLOGIA</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 20:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://psicologia.ufp.pt/dias-revolucionarios-da-psicologia/print/" rel="attachment wp-att-318"><img class="alignnone size-full wp-image-318" title="Print" src="http://psicologia.ufp.pt/docs/POSTERDiasRevolucionaris.jpg" alt="" width="906" height="1280" /></a></p>
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		<title>Bater do coração é revelador da personalidade</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 09:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo indica que o ritmo cardíaco pode revelar traços da personalidade. A investigação, alemã, pretende identificar distúrbios emocionais através da atividade elétrica do coração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estudo indica que o ritmo cardíaco pode revelar traços da personalidade. A investigação, alemã, pretende identificar distúrbios emocionais através da atividade elétrica do coração.</strong></p>
<p>O coração e a personalidade estão mais relacionados do que aquilo que se pensa. Um <a href="http://www.plosone.org/article/info:doi/10.1371/journal.pone.0031441" target="_blank">estudo</a> da Freie Universität Berlin, na Alemanha, demonstra que a frequência dos batimentos cardíacos revela características da personalidade do ser humano.</p>
<p>Através da avaliação da atividade cardíaca, com recurso a eletrocardiogramas, os cientistas identificaram uma relação entre os traços de personalidade com a amplitude e a frequência do ritmo do coração. Os testes mostraram que os batimentos cardíacos permitem prever determinadas emoções, assim como características relacionadas com distúrbios emocionais, o que pode ser útil no reconhecimento de potenciais riscos.</p>
<p>Vítor Lagarto, cardiologista, explicou ao JPN que a formação do ritmo cardíaco depende do Sistema Nervoso Autónomo, responsável por comandar mecanismos que não se podem modificar conscientemente. Quanto ao estudo, o médico ressalva que esta relação já era conhecida e que ainda não é possível comprovar esta teoria. &#8220;Devido ao facto das amplitudes de eletrocardiograma variarem com a idade dos pacientes, é arriscado tirar para já conclusões definitivas&#8221;, esclarece.</p>
<p><strong>Batimento cardíaco mais eficaz do que testes de personalidade, diz estudo</strong></p>
<p>O estudo defende que os batimentos cardíacos são uma forma mais eficaz de identificar as características da personalidade do que os habituais testes de personalidade, que podem ser facilmente manipulados ou mal interpretados. Além disso, a frequência cardíaca permite reconhecer certos distúrbios emocionais como a depressão ou doenças cardiovasculares</p>
<p>Maria Emília Areais, directora do departamento de Psicologia da Cooperativa de Ensino Politécnico e Universitário (<a href="http://www.cespu.pt/pt-PT/" target="_blank">CESPU</a>) não concorda que este processo seja mais eficiente do que os tradicionais métodos de avaliação de personalidade. &#8220;O eletrocardiograma é um meio mais complexo do que os normais questionários&#8221;, explica a psicóloga, que garante já existirem formas de avaliação da personalidade &#8220;perfeitamente eficazes para o efeito&#8221;.</p>
<p>Investigações anteriores tinham já descoberto uma ligação entre determinados padrões de atividade elétrica do coração e pessoas que mostram pouca ou nenhuma emoção. O próximo passo é descobrir se certos comportamentos como ouvir música ou ver filmes alteram os estados emocionais e a frequência elétrica do coração.</p>
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		<title>Bullying pode levar jovens a beber em excesso</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 09:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[É comum assistirmos notícias frequentemente revelando uma sociedade cada dia mais agressiva. Aparentemente inocentes, brincadeiras de mau gosto ou apelidos pejorativos podem estar relacionados a atos de violência física e psicológica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É comum assistirmos notícias frequentemente revelando uma sociedade cada dia mais agressiva. Aparentemente inocentes, brincadeiras de mau gosto ou apelidos pejorativos podem estar relacionados a atos de violência física e psicológica. Difamar, constranger, ameaçar e até mesmo agredir fisicamente são atos considerados como bullying, problema que oferece sinais ainda no ambiente familiar. Isto porque o jovem mantém atitudes desafiadoras e agressivas em relação aos familiares, por meio de arrogância na maneira de agir, conversar e se vestir, demonstrando capacidade em manipular e se safar de confusões.</p>
<p>Violência e desestruturação familiar servem de exemplo para a análise de pais na busca de como educar seus filhos. A psicóloga Ângela Marina Kefalás Barbosa, especialista em Psicologia Infantil e Familiar, revela que, no cotidiano, as relações interpessoais têm sido mais agressivas. “E é na fase escolar que elas ficam evidenciadas, com desrespeito, o afrontamento à autoridade, as brigas e agressões, as ameaças e intimidações a colegas. Adolescentes têm a internet como aliada para ofender e expor colegas. Intimidados e sem saber como agir, os pais cedem às imposições dos filhos”, revela.</p>
<p>Para ela, a educação sem limites é desastrosa, pois evidencia o adoecimento psíquico e a desestruturação das pessoas. “O predomínio do princípio do prazer e o não controle da impulsividade decorrem de um protecionismo exagerado dos pais e infantilização do filho, tornando-o incapaz de respeitar regras e limites e de assumir responsabilidades”, afirma a especialista. Ela destaca que, evitando que sofram frustrações, assumindo os erros e irresponsabilidades dos filhos, os pais acabam atrasando o amadurecimento dos mesmos. “A liberdade que deveria ser proporcional à responsabilidade está inversa. O consumismo exagerado e a competitividade trazem como consequência o estresse, a ansiedade, o medo e a angústia”, esclarece Ângela. E esse ambiente pode levar vítimas e agressores ao consumo excessivo de álcool e drogas. (TM)</p>
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		<title>Cérebro é mais flexível do que se pensava</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 09:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Investigadores portugueses e americanos descobriram que o cérebro é mais flexível do que se pensava.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Investigadores portugueses e americanos descobriram que o cérebro é mais flexível do que se pensava, uma descoberta que pode ser importante para o desenvolvimento de próteses controladas através da mente para pessoas com lesões de medula, amputações ou outros problemas de mobilidade, dá conta um estudo publicado na revista “Nature”.</p>
<p>Os investigadores da Fundação Champalimaud, em Portugal e da Universidade de Berkeley, na Califórnia, EUA, demonstraram que através de um processo conhecido por “plasticidade”, algumas regiões do cérebro podem ser treinadas para realizar tarefas que normalmente não executam. Estes mesmos circuitos cerebrais envolvidos na aprendizagem de capacidades motoras, como conduzir uma bicicleta ou um carro, podem ser utilizados para controlar tarefas puramente mentais, incluindo as arbitrárias.</p>
<p>A utilização de ondas cerebrais para controlar os objetos deixou de ser, na última década, encarada como um truque de magia dando lugar à área emergente da neuroprostética. Neste estudo, os investigadores fizeram mais avanços nesta área, estudando para tal os circuitos cerebrais utilizados nos movimentos para os mimetizar e desenvolver próteses mais naturais.</p>
<p>“Aprender a controlar a chamada interface cérebro-máquina (IMC), que é completamente antinatural, pode-se tornar normal para uma pessoa, pois esta aprendizagem utiliza os circuitos cerebrais pré-existentes para o controlo motor natural”, revelou, em comunicado de imprensa, um dos autores do estudo, Jose Carmena.</p>
<p>Estudos anteriores não tinham conseguido eliminar o papel do movimento físico quando se aprende a utilizar uma prótese. “Este é um aspeto chave para as pessoas que não se conseguem movimentar. A maioria dos estudos sobre a interface cérebro-máquina foi realizada em animais sem incapacidades. Os nossos estudos demonstraram que o controlo neuroprostético é possível, mesmo que o movimento físico não esteja envolvido”, acrescentou o investigador.</p>
<p>Para este estudo, os investigadores desenharam uma experiência na qual os ratinhos só conseguiam realizar uma tarefa se o movimento físico não fosse utilizado. Assim, foi colocado nos ratinhos uma interface cérebro-máquina que convertia as ondas cerebrais em sons. De modo a conseguirem obter uma recompensa, água açucarada ou comida calórica, os animais tinham que modular os seus padrões de pensamento através de um circuito cerebral específico para aumentar ou diminuir a frequência do sinal sonoro.</p>
<p>Ao fim de duas semanas, os ratinhos aprenderam que para conseguirem obter comida tinham que modular a atividade cerebral para que fosse emitido um som agudo, enquanto que para obterem água açucarada tinham que a modular para criar um som grave. “Isto é algo que não é normal para os ratinhos. O que indica que é possível criar uma prótese que não tenha que mimetizar a anatomia do sistema motor para funcionar”, conclui um dos principais autores do estudo, Rui Costa.</p>
<p>Os investigadores esperam que estes resultados conduzam ao desenvolvimento de uma nova geração de próteses mais naturais. “Não queremos que as pessoas pensem muito quando tiverem que mover um braço mecânico com o cérebro”, conclui Jose Carmena.</p>
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